sábado, 2 de julho de 2011

Súplica

Tropeço no amor despertando-lhe, irritado machuca-me, apunhalando-me o peito,sem compaixão tira meu sono e tortura-me agora em minha inimiga insônia.anseio perdão, porém, continua como um parasita à habitar e corroer meu ser já fragilizado e estigmatizado,insisto misericórdia, no entanto encobre minha alma com lembranças hoje desgraçadas,maldito amor porque sempre se estira no caminho dos cegos?

Poeta noturno

Encontro-me agora vagando pelo meu noturno
dia vejo a luz como uma vela em um sepulcro sombria
volte ó belo crepúsculo e leve essa tarde vazia
surja esperada névoa resultante dessa bela noite fria
encontro no descansar um silêncio com a mais completa harmonia
que para um poeta noturno enriquesse suas estrofes de melancolia
infelizmente finita es tu minha noite linda e totalmente sadia

Calmaria escura

Vejo pétalas de sol inundando a bohemía de minha solidão,suas chamas ardem em meus olhos trémulos e tristonhos,e o resvalar do amanhecer abate este solitário coraçao , ó, adeus nuvens negras,espero que voltem e libertem meus sonhos.o tilintar dos sinos da capela é a primeira e pertubante sensação de que não estou mais só,que minha paisagem linda e cinzenta está a desaparecer com o passar das horas.